Desde 22 de fevereiro de 1988

A história do Colégio Posicruz

Uma trajetória vivida intensamente por centenas de famílias de Osvaldo Cruz e região. Passadas mais de três décadas, o Colégio continua sendo vanguarda na educação, sempre conectado aos novos tempos.

1988Fundação
38+Anos de história
+315Alunos
+35Colaboradores
4.700 m²Área total
Linha do tempo

Os marcos de uma trajetória.

1987Trinta dias de mutirão para adaptar o prédio e protocolar o processo de autorização.
1988Fundação em 22 de fevereiro, com ato solene e 112 alunos matriculados.
1989Implantação da Educação Infantil, com o Jardim III.
1991A escola passa a se chamar Colégio Posicruz, nome vindo do jornal dos alunos.
1992Início das obras da nova sede, na Rua 15 de Novembro, com salas hexagonais.
1997Inauguração oficial das novas dependências, em 1º de fevereiro.

Em 22 de fevereiro de 2027, o Colégio Posicruz completará 39 anos de fundação, de uma história vivida intensamente por centenas de famílias osvaldocruzenses e região. Hoje, passadas mais de três décadas, o Colégio continua sendo vanguarda na educação, sempre conectado aos novos tempos.

Tudo isso é fruto da ousadia e coragem de um professor, Daniel Garcia Flores, que, apoiado por dois amigos — o prof. Francisco Torturello e o Rev. Ari Botelho —, acreditou em um projeto pioneiro de ensino privado, inspirado nos princípios cristãos e que perduram até hoje entre professores, alunos, pais e funcionários, os quais dão continuidade a essa história.

Capítulo 01A fundação, em 1988

A “Escola de 1º e 2º Graus do Instituto Cruzvaldense”, como foi inicialmente autorizada a funcionar, nasceu em 22 de fevereiro de 1988, com ato solene e a presença de muitos munícipes e autoridades, desejosos por uma instituição de ensino privado em Osvaldo Cruz.

O prof. Daniel Garcia Flores obteve da Divisão Regional de Ensino de Presidente Prudente a autorização para funcionar através da Portaria DRE-PP de 05-02-1988, no prédio da antiga Escola Técnica de Comércio, situada à esquina da Avenida Roosevelt com a Avenida Kennedy, por contrato de concessão dos proprietários prof. Octávio Lassen e prof. Benedito Ricardo.

Por estar desativado havia alguns anos, foi necessária uma limpeza geral do prédio para adaptá-lo ao funcionamento da escola. Foram mais de 30 dias, do final de setembro para outubro de 1987, trabalhando de manhã, à tarde, à noite e de madrugada para dar conta de datilografar as três peças que compunham o processo de autorização, no prazo legal de protocolo.

O prof. Daniel contou com a colaboração irrestrita de três ex-professores seus no Colégio Benjamin Constant, pilares da educação em Osvaldo Cruz, famosos e consagrados: Maria Apparecida Sanches Coquemala, Maria da Glória de Oliveira Lang e Ruy Camarinha de Souza.

foto · 1987 A fachada do prédio da Escola Técnica de Comércio antes ou durante o mutirão de limpeza — o estado em que foi recebido.
O primeiro endereço. Trinta dias de mutirão para adaptar o prédio desativado.
foto · 1988 O ato solene de 22 de fevereiro de 1988, com autoridades e munícipes no pátio da antiga Escola Técnica de Comércio.
22 de fevereiro de 1988. A inauguração, na esquina da Avenida Roosevelt com a Avenida Kennedy.

Capítulo 02Uma proposta de vanguarda

O Posicruz, desde o início, foi autorizado a funcionar com uma proposta de vanguarda — que permanece ainda hoje —, inspirada nas ideias de avaliação do educador Luckesi, eliminando o contrabando de notas e, portanto, a média para aprovação.

Cada conteúdo deve ser ensinado e avaliado, não se misturando com outros para obter-se a média final de aprovação.

Caso o aluno não tenha obtido sucesso mínimo regimental para aprovação naquele respectivo conteúdo, o mesmo será submetido a estudos de recuperação até que apresente resultados satisfatórios.

retrato · fundadores O prof. Daniel Garcia Flores com o prof. Francisco Torturello e o Rev. Ari Botelho, ou com os três professores do Benjamin Constant.
Quem começou. Daniel Garcia Flores e os amigos que apoiaram o projeto.

Capítulo 03Os primeiros anos

A trajetória do Colégio é rica em fatos históricos. No primeiro ano de funcionamento, o número de alunos saltou de 112, quando da inauguração, para 169 ao final do período letivo, com todas as séries do 1º e 2º graus (inclusive terceirão), exceto a 7ª série. Já no ano seguinte, foi implantada a Educação Infantil com funcionamento apenas do Jardim III (crianças de 6 anos), porque a primeira fase da alfabetização se dava nessa etapa do ensino.

Quem estava lá no começo: o primeiro corpo administrativo e docente
Corpo administrativo
  • Daniel Garcia FloresDiretor
  • Márcia Virgínia Canola HiranoSecretária
  • Maria Elza de Oliveira da SilvaInspetora de Alunos
  • Soeli Würfel ChavesServente
1ª e 2ª séries do 1º grau
  • Doracy Terezinha Timachi Mendes
  • Iziris Belkess Rahal
3ª e 4ª séries do 1º grau
  • Francisca de Lourdes Geraldo de Almeida
  • Olivita Fiorussi Gualtieri
5ª a 8ª séries do 1º grau
  • Ângela Maria Rotoli Gregolin
  • Ari Botelho
  • Carlos Alberto dos Santos
  • Francisco Torturello
  • Lucila Folgosi Françoso
  • Margareth Doty Campoy
  • Maria Apparecida Sanches Coquemala
  • Maria Inês Macagnan Ciciliati
  • Michel Margi
  • Rosa Maria Bolognini
  • Rosângela Aparecida Possari Férris
  • Ruy Camarinha de Souza
2º grau
  • Antonio Correa de Menezes
  • Carlos Alberto dos Santos
  • Denise Boldrini Molliet
  • Francisco Torturello
  • Gilda Galdino de Oliveira
  • Márcia Piva
  • Maria da Glória de Oliveira Lang
  • Maria Inês Macagnan Ciciliati
  • Otália de Toledo Rocha e Cunha
  • Rodolfo Rodrigues
  • Rosângela de Arruda Mattos
  • Rosinei Esteves
  • Silene Marroni de Jesus Vendicto
  • Suely Tolentino Prado de Andrade
  • Vera Lúcia Del Arco Filetti

Capítulo 04De onde veio o nome “Posicruz”

Logo no primeiro ano, também foi feito um concurso para a escolha do nome para o jornal do Colégio. Venceu “O POSICRUZ”, de autoria da aluna do 2º colegial, Marusca Torturello.

Rapidamente, o nome do jornal ficou muito popular entre os alunos, o que veio a motivar a mudança de nome do Colégio, apenas três anos após a fundação, de “Escola de 1º e 2º Graus do Instituto Cruzvaldense” para “COLÉGIO POSICRUZ”.

documento · jornal Um exemplar do jornal dos alunos que deu nome ao Colégio — capa ou página interna, mesmo amarelado.
A origem do nome. O jornal dos alunos que virou “Colégio Posicruz”, em 1991.

Capítulo 05As salas hexagonais

O rápido crescimento do Colégio Posicruz impôs a mudança para um novo espaço, pois o prédio na Avenida Roosevelt não comportava mais as atividades escolares. Foi então que Daniel, professor de Matemática e apaixonado pela Geometria, criou o primeiro desenho do Colégio e depois, profissionalmente, foi projetado pelo arquiteto Bolívar Montenegro. A ACJ Construtora, por intermédio de seu proprietário Alonso Campoy Padilha Jr., foi quem executou a construção da obra.

As salas são todas em formato hexagonal regular — seis triângulos equiláteros —, o que permite farta iluminação e ventilação natural em dois lados, sem a turma do “fundão”; com muita facilidade de transformação da sala em vários grupos, em círculos ou semicírculos para debates, além, também, dos alunos estarem muito mais próximos do professor e vice-versa.

Basta olhar para um hexágono regular e perceber que ele é quase um círculo.

Seu espaço físico conta com 4.700 m² de área total, muita sombra de árvores da Mata Atlântica, além de outras frutíferas plantadas há quase 100 anos.

projeto · planta O desenho original de Daniel ou a planta do arquiteto Bolívar Montenegro, mostrando o hexágono.
Do guardanapo à planta. O projeto que virou as salas hexagonais.
foto · sala hexagonal Uma sala hexagonal vista de dentro, mostrando a luz natural dos dois lados e a disposição das carteiras.
Sem turma do fundão. Seis triângulos equiláteros, luz e ventilação em dois lados.

Capítulo 06A nova sede, em 1997

Em 1992, nos terrenos da Rua 15 de Novembro — antiga Chácara do Sr. Max Wirth, fundador da cidade —, propriedade particular do mantenedor do Colégio, iniciaram-se as obras, que depois de cinco anos, em 1º de fevereiro de 1997, com a bênção do Padre Hildo Afonso Camilo Ferrarini-CP e do Pastor Adalberto Viana da Cruz e na presença de várias autoridades, deu-se a inauguração oficial das novas dependências do Colégio Posicruz.

foto · 1992-1996 A construção da nova sede em andamento, na antiga Chácara do Sr. Max Wirth — estrutura hexagonal ainda em obra.
Cinco anos de obra. Os terrenos da Rua 15 de Novembro.
foto · 1997 A inauguração de 1º de fevereiro de 1997, com o Padre Hildo Ferrarini e o Pastor Adalberto Viana da Cruz.
1º de fevereiro de 1997. A bênção e a inauguração das novas dependências.

Capítulo 07O Posicruz hoje

No ano de 2005, o mantenedor do Colégio decide expandir a Educação Infantil — até então só Jardim III — para todos os grupos etários, ao mesmo tempo em que resolve encerrar as atividades do Ensino Médio, não só por vocação, mas, e principalmente, pelas circunstâncias dessa época.

Atualmente, o Colégio Posicruz constitui-se em um referencial de ensino privado para Osvaldo Cruz e região, contando com mais de 315 alunos. Atende Educação Infantil, Ensino Fundamental 1 (séries iniciais) e Ensino Fundamental 2 (séries finais), com um quadro funcional de mais de 35 colaboradores, entre professores e funcionários.

Quanto aprendizado, quanta experiência

Quanto compromisso com a qualidade, quanta valorização do ser humano, quanto crescimento, ganhamos, oferecemos, compartilhamos.

Quantos profissionais das mais diversas áreas contribuímos para formar!

Faça parte dessa história

Sua família pode ser o próximo capítulo.

Venha conhecer o Colégio Posicruz de perto: as salas hexagonais, a sombra das árvores centenárias e o cuidado de sempre com cada aluno.